O motivo: o homem santo é muito respeitado, e isso não é bom pro senhor feudal.
Itto Ogami, se considerando um assassino, aceita a missão, vai até o homem santo, anuncia sua missão, ergue sua espada, e falha.
Inconformado, ajoelha-se perante o homem santo e anuncia que, uma vez que ele fracassou como assassino, ele vai ter que se matar. O homem santo intercede e explica que ele não conseguiu matá-lo porque ele não se tornou um assassino. Ele matou muita gente, mas era gente que respondia à ameaça da morte.
Ele não conseguiria matar o homem santo porque esse havia se tornado o vazio, e o assassino só conseguiria matar o vazio se se tornasse a morte e se esvaziasse também.
"Quando encontrar Buda, mate Buda" ele disse.
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Estava conversando com alguns amigos meus recentemente, explicando que eu não tenho medo nenhum da pessoas que falam que têm vontade de matar alguém, que falam que se pegassem a namorada o chifrando eles matavam ela, que torturariam alguém que fizesse algo de ruim pra família deles.
O que me dá medo de verdade é o cara que, quando inquirido se teria coragem de matar alguém, dá de ombros e responde: "Ah, acho que sim."
Porque alguém que não se importa passou pelo maior impedimento.
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Em geral, acreditamos que estamos prontos pra colocar nossas filosofias à prova.
O problema é que só é um teste quando a primeira coisa que passa pela nossa cabeça é: "Caralho, isso foi longe demais!"
Não antes. Não depois.
Até que é legal ter cicatrizes nos supercílios.
O difícil é perder um olho e não ligar.
Matar uma pessoa que reage é fácil. Quase instintivo. Agora, matar um santo, alguém que ficou grande demais, aí a gente começa a se perguntar se nos tornamos a morte.
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Quais eram nossas propostas? O que defendíamos? Havia alguma coerência, ou brincávamos de força da natureza?
Então... socar um viadinho na balada é uma coisa... socar o seu amigo... alguém que você protegeria se pudesse... isso é outra, não é?
Comer uma mina é fácil... e comer a mina que você ama? É tão fácil assim?
Como é que a coisa fica quando a sirene começa a repetir "this is not a drill"?
Quais eram nossas propostas? O que defendíamos? Havia alguma coerência, ou brincávamos de força da natureza?
Então... socar um viadinho na balada é uma coisa... socar o seu amigo... alguém que você protegeria se pudesse... isso é outra, não é?
Comer uma mina é fácil... e comer a mina que você ama? É tão fácil assim?
Como é que a coisa fica quando a sirene começa a repetir "this is not a drill"?
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Parte do texto é pra eu falar comigo mesmo: E aí: e a minha vida? Vai virar o quê?
Parte do texto é pra falar com o Stein: Eu já falei isso duas semanas atrás: você tem tudo o que precisa dentro de si pra superar qualquer merda. Tomou couro da vida o caralho, você tá aí, não tá?
E a última parte é pra deixar claro pra todo mundo: eu estou aqui. Só esperando vocês.
Parte do texto é pra falar com o Stein: Eu já falei isso duas semanas atrás: você tem tudo o que precisa dentro de si pra superar qualquer merda. Tomou couro da vida o caralho, você tá aí, não tá?
E a última parte é pra deixar claro pra todo mundo: eu estou aqui. Só esperando vocês.

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